Por Que Precisamos de Uma Declaração de Fé?

Em seu livro “Dogmatismo e Tolerância”, o brasileiro Rubem Alves apresenta uma face da religião que muito me motiva e não me permite desanimar diante da enorme multiplicidade de crenças e de instituições que se declaram “a” Igreja de Deus na Terra:

De fato, o protestantismo tem muito a ver com a coragem para assumir a própria individualidade. Como aconteceu com um monge teimoso, que não dobrava o pescoço por medo da espada, mas fazia o corpo inteiro andar e falar ao som suave da voz da consciência. Esse teimoso individualismo teve um gosto doce à minha boca, e nunca mais o abandonei.

De tão longe não é fácil entender o que significam os gestos do monge teimoso. Com eles Lutero não estava criando algo novo, mas simplesmente descobrindo um espírito protestante já em gestação.

Foi necessária muita coragem para contrapor a voz da consciência individual à voz das autoridades constituídas. Fazendo isso ele declarava que se existe um referencial sagrado para o comportamento, se existe um lugar da verdade para o pensamento, tais lugares não se confundem com os lugares do poder, não importa que o poder tenha sido legitimamente constituído. O sagrado e a verdade não habitam as instituições, mas invadem o nosso mundo através da consciência.

Isso é subversão. Lutero colocou o mundo de cabeça para baixo. Se o Espírito de Deus não é monopólio de instituições, não é gerenciado por organizações, não é distribuído por burocracias, todas elas perdem a sua aura sagrada. Não podem mais pretender ser eternas.[1]

Neste exato momento em que escrevo estas linhas; exatamente agora, dia 02 de Abril de 2008; ao fazer uma reavaliação de minha vida e de minhas crenças pessoais, este raciocínio de Rubem Alves me enche de esperança porque diz a Bíblia:

Pois cada um de nós dará conta de si mesmo diante de Deus.[2]

Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados.[3]

Não sou, decididamente um adventista do sétimo dia. Mas, é público e notório que o fui durante os seguintes anos: 1983-1997, e depois de 2005-2006.

Há quem não goste dos adventistas. Eu já desgostei, depois gostei novamente, depois deixei de perder meu tempo com esta tolice porque como disse o Padre Católico Romano Vitor Galdino Feller:

O Cristianismo em como ponto central de sua doutrina a fé em Jesus Cristo como único salvador de toda a humanidade. Ele é o único mediador entre Deus e a humanidade (1ª Timóteo 2:5). Não há outro nome, exceto o dele, no qual todos são salvos (Atos 4:12). Essa afirmação da unicidade e da universalidade salvífica em Jesus Cristo é hoje fortemente contestada, seja pelas comunidades cristãs que se vêem impelidas ao diálogo com outras crenças, seja por membros de outras religiões em sua relação com o cristianismo. Como, porém, continuar afirmando no interior das próprias comunidades cristãs que não se pode arredar pé do núcleo do Evangelho que afirma a unicidade de Jesus como mediador da salvação universal? Fora deste núcleo, não estariam as igrejas cristãs correndo o risco de se fragmentarem ainda mais e de perderem o essencial da fé em favor de um indiferentismo avassalador?[4]

Quando ingressei no adventismo do sétimo dia na minha tenra mocidade, uma sentença me segurou no caminho do bem e jamais me deixou desviar de um propósito de permanecer nele. Esta citação Whiteana muito me iluminou, mesmo nos momentos mais difíceis:

O primeiro e mais elevado dever de todo ser racional é aprender das Escrituras o que é a verdade, e então andar na luz animando outros a lhe seguirem o exemplo. Devemos dia após dia estudar a Bíblia, diligentemente, ponderando todo pensamento e comparando passagem com passagem. Com o auxílio divino devemos formar nossas opiniões por nós mesmos perante Deus.[5]

Há uma ligação entre a ideia de Alves e White sobre o princípio luterano que me preserva a referida esperança e animosidade. Peço licença ainda para buscar numa expressão de um nobre pesquisador teosofista (muito longe da linha de reserva moral dos religiosos conservadores), mas abençoado numa daquelas frases que, quando lemos ficamos silentes e iluminados:

O homem não pode chegar à verdade através de nenhuma organização, através de nenhum credo, de nenhum dogma, sacerdote ou ritual (…). Ele tem de alcançá-la através da compreensão do conteúdo que está em sua própria mente.[6]

É uma interessantíssima maneira de dizer o que diz a Bíblia:

Guarda com toda a diligência o teu pensamento, porque dele procedem as saídas da vida.[7]

Sim, aqui está a chave de minha real necessidade de escrever sobre minha declaração de crenças religiosas pessoais e publicá-las!

A ideia de que minha consciência livre percebe nuances da doutrina que Deus tem para a nossa vida, nossa felicidade e nossa salvação; entremeada de diálogos, textos, passagens e afirmações que se reúnem num quadro mental; e, que de alguma forma abençoada pelo próprio Espírito de Deus, torna-se palavra num papel, depois de digitada sua emanação – sim, isto é o que me emociona, provoca esperança e amplia meu horizonte existencial.

Lutero estava certo, creio convincentemente: a nossa liberdade de crer, de investigar e de perscrutar as Escrituras Sagradas; é a chave de uma nova visão sobre o verdadeiro significado da vida.

Não está na estrutura templária contemporânea que cada dia mais se torna comercialismo imbecil, contrariando o que diz Atos 17:24 (“O Deus que fez o Mundo … não habita em templos feitos por mãos de homens”); muito menos está neste mercantilismo fanatizante que usa chavões de marketing, trazidos ao cenário por uma confraria de falsos pastores que “farão de vós negócio” (2ª Pedro 2:3); muito menos está na teologia “emburrecida” de velhas escolas que não perceberam que as pessoas estão deixando suas congregações porque seus defensores são intransigentes e querem manter as pessoas dominadas como se fossem idiotas do tempo medieval quando quem dissesse que a Terra girava ao redor do sol corria o risco de virar churrasco!

Toda a estrutura que o Movimento Luterano iniciou, a despeito de suas óbvias limitações e incoerências políticas e de gestão, está na expressão insubstituível dita por ele mesmo:

Quem é que não sabe, que raramente um homem apresenta uma ideia nova, sem que tenha uma aparência de orgulho e seja acusado de excitar rixas? Por que foram mortos o Messias e todos os mártires? Porque pareciam ser orgulhosos e desprezadores da sabedoria de seu tempo e porque apresentavam idéias novas sem ter primeiro humildemente tomado conselho com os oráculos das velhas opiniões.[8]

O pensamento, a liberdade deste pensamento, a possibilidade de descobrir sozinho o que Deus deseja de mim mesmo, confirma-se no que disse Paulo:

Examine-se, pois, o homem a si mesmo.[9]

(…) por causa da consciência; consciência, digo, não a tua, mas a do outro. Pos, porque há de ser julgada a minha liberdade pela consciência de outrem?[10]

Pois cada um de nós dará conta de si mesmo diante de Deus.[11]

Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados.[12]

O próprio João não nos deixa sem uma explicação sobre o ponto de segurança, ou o núcleo de nossa fé:

Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranquilizaremos o nosso coração; porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. Amados, se o coração não nos condena, temos confiança para com Deus; e qualquer coisa que Lhe pedirmos, dEle a receberemos, porque guardamos os Seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à Sua vista. Ora, o seu mandamento é este: que creiamos no nome de Seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, como Ele nos ordenou.[13]

Então, façamos um bom fechamento de nossa introdução, à moda de Tilghman quando diz em seu imprescindível livro (Introdução à Filosofia da Religião) diz:

É hora de juntarmos alguns fios soltos que deixamos pendentes nos pontos anteriores e chegar a algumas conclusões, mesmo que limitadas, sobre religião e os problemas filosóficos que a têm cercado.[14]

Tenho alguns princípios que são básicos na construção de meu pensamento teológico-religioso e defendo-os com o vigor de um João-de-Barro que protege sua casinha na árvore!

  • A voz da consciência individual é e deve ser sempre mais relevante para o indivíduo do que a voz da coletividade religiosa – tal princípio se firma em Romanos 14:12; 1ª Coríntios 10:29; 2ª Coríntios 13:5-6; 1ª Coríntios 11:28;
  • Esta consciência deve estar sob a direta intervenção de Deus, que deve ser o Regente maior da vida. Mais ainda, deve estar sujeita a obediência dos mandamentos de Deus – conforme ensina 1ª João 3:19-23;
  • O supremo mandamento é: crer no nome de Jesus Cristo e praticar o amor como Ele ensinou;
  • O princípio aqui defendido é a chave de unidade e de convergência de toda fé cristã pura e verdadeira, porque – conforme ensina 1ª Timóteo 2:5; João 14:6; 17:3, dentre outros textos, somente em Jesus Cristo existe uma possibilidade de salvação real, verdadeira e, o que é mais importante: única;
  • Isto nos remete a um ponto crucial de toda a construção de minha fé pessoal: fora de Jesus Cristo não há religião verdadeira.

E é neste exato momento que a minha declaração de fé e de princípios religiosos se torna imperativa, dogmática, rígida e inegociável!

É neste ponto onde surge uma dissidência entre o que eu creio e o que o Mundo crê. É neste ponto em que todas as instituições fazem ou não sentido; é quando todas as religiões se tornam um formalismo oco e sem substância ou fé viva!

O primeiro dever de um homem, disse White, é examinar as Escrituras; os teosofistas defendem que só podemos crescer através do conteúdo do que está dentro de nossa mente e, que evidentemente aprendemos dentro de um processo de conhecimento experiencial. O sábio diz que o pensamento é a chave de toda a fonte da vida pessoal, o segredo de nossos porquês pessoais.

Lutero levou isto tão à sério que desafio todo o Império Católico Romano de seu tempo e inaugurou a Nova Era Terrestre de reorganização do pensamento mundial em todos os setores da vida, afinal, se um monge podia discordar com grande inteligência de Roma e derrotar a postura de prelados incompetentes e engessados num esquema de corrupção como o era a Inquisição; porque todos os livres pensadores não podiam pensar?

Mas, não somos autorizados por Deus para seguir nosso coração tendente ao egocentrismo! A chave da visão correta está na idéia principal: devemos examinar o nosso coração para verificarmos se estamos em Jesus Cristo e não se estamos em nosso próprio orgulho. Isto é indelével na explanação que fiz! Não tem negociação!

Estar em Jesus Cristo é estar em um plano mental onde a Pessoa dele é o centro de todos os nossos interesses e gostos, onde Seus mandamentos fazem sentido porque estão centralizados nEle.

Como disse com sabedoria o pastor Rick Warren:

A questão não é você. O propósito de sua vida é muito maior que sua realização pessoal, sua paz de espírito ou mesmo sua felicidade. É muito maior que sua família, sua carreira ou mesmo seus mais ambiciosos sonhos e aspirações. Se você quiser saber por que foi colocado neste planeta, deverá começar por Deus. Você nasceu de acordo com os propósitos dele e para cumprir os propósitos dele. (…) “A vida de todas as criaturas está na mão de Deus; é Ele quem mantém todas as pessoas com vida” (Jó 12:1).

Ao contrário do que dizem muitos livros famosos, filmes e seminários, você não irá descobrir o significado de sua vida olhando dentro de si mesmo. É provável que você já tenha tentado isso. Você não criou a si mesmo, logo não há jeito de dizer a si mesmo para que foi criado! Se eu lhe entregar uma invenção desconhecida, você não terá como saber sua serventia nem a própria invenção terá a capacidade de lhe dizer. Somente o Criador ou o Manual do fabricante poderá mostrar sua utilidade.[15]

Nisto eu creio!

Estou aqui para cumprir uma missão que vai se descortinando ao longo de minha vida, pela manifestação do amor de Deus e pela revelação de Sua vontade, conforme vou crescendo no entendimento de Sua Palavra e de Seus mandamentos. Um quadro mental vai se formando e, aos poucos vou sendo moldado em um padrão.

O padrão não é perfeito, mas não está sem a tranqüilidade necessária para continuar sendo moldado e crescendo!

Não são os templos religiosos que irão afetar esta visão de como a minha vida religiosa deve ser. E isto não significa que eu serei insubordinado a uma ordem eclesiástica; não, de maneira alguma! Entendo que na vida somos pessoas inseridas em contextos sócio-culturais que exigem um padrão de conduta mínimo. Sou fiel a este padrão desde que ele respeite os grandes valores da dignidade da pessoa humana.

Mas, não é de administração eclesiástica que estamos falando aqui, mesmo porque ela não pode dar conta da minha salvação pois não nos esquecemos que o centro é Jesus Cristo.

Nosso tema aqui é identidade e coerência consigo mesmo!

É da religião cristã que estamos falando e não de ocultismo, esoterismo ou idolatria! Não é de forças interiores que supostamente existem na pessoa humana, mas de Cristo que é denominado na Bíblia de “poder e sabedoria de Deus”[16]

E é dEle a instrução:

Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade.[17]

Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a Tua palavra. De todo o meu coração Te tenho buscado; não me deixes desviar dos Teus mandamentos. Escondi a Tua palavra no meu coração para não pecar contra Ti. Bendito és Tu, ó Senhor; ensina-me os Teus estatutos.[18]

Não há a menor dúvida que a doutrina verdadeira, pura e correta é a que se harmoniza com estes princípios e valores! Ao menos no quadro mental cristão!

E não estamos aqui dispostos a confrontá-lo com as outras religiões planetárias, como quem faz uma disputa num ringue. Normalmente este tipo de debate termina do modo como a televisão e os jornais noticiam: bombas explodindo em Shopping’s e fanáticos fechados em torno de escolas com crianças reféns de suas metralhadoras.

Não é por pouco que diz Tiago:

Mas, se tendes amargo ciúme e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má.[19]

E, se há uma maldição no mundo religioso é este sentimento!

A bem da verdade que é mantido por causa das contas que o departamento financeiro tem que pagar para manter a estrutura das denominações, porque se a verdade de Deus está dentro de nosso coração, muitos pensam: que nos importa gastar dinheiro com templos e estruturas administrativas eclesiásticas.

O bom senso de Rubem Alves me socorre neste impasse que, de certa forma, foi criado por ele mesmo:

Ora, Lutero descobriu que a santificação das estruturas conduzia a uma ética de repetição obsessiva do passado que tinha como resultado a perpetuação da culpa e do medo, como conteúdos permanentes da experiência humana. A liberdade era assim destruída tanto objetiva como subjetivamente: o tempo se fechava para o homem e o homem se fechava para o tempo. Por outro lado, ele viu com grande clareza que o Espírito santo é o Espírito da Liberdade. Duas conclusões de inestimável valor crítico.

Primeiro, porque elas permitiam que se concluísse que uma estrutura que perpetua o problema do cativeiro não é expressão do Espírito de Cristo, mas antes do anti-Cristo. Em segundo lugar, se onde está o Espírito, ali está a liberdade, pode-se concluir que a Igreja se encontra onde se forma uma comunidade determinada pela liberdade. Conseqüentemente, não podemos começar a procurar a Igreja seguindo os critérios ditados pelas estruturas herdadas. Temos de partir, ao contrário, das marcas éticas que o Espírito estampa sobre a comunidade que a sua liberdade cria..

Duas teologias estão em conflito. A teologia católica, que entendia que Deus constrói a cidade eterna por meio da Igreja, e a teologia protestante, que afirmava que Deus constrói a sua comunidade por meio da história. Na primeira o Espírito é imanente às estruturas, que a um tempo o monopolizam e se absolutizam. Na segunda, o Espírito é livre, e aos homens compete permanecer numa atitude de busca permanente, de abertura em relação ao novo, na procura da comunidade que o Espírito, através da sua liberdade, cria.[20]

Levei algum tempo nesta investigação para então compreender a ligação das palavras de Cristo quando declara:

O Meu Reino não é este Mundo. Se o Meu Reino fosse deste Mundo, pelejariam os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos judeus; entretanto, o Meu Reino não é daqui.[21]

Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o Reino de Deus, respondeu-lhes: o Reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão ei-lo aqui! Ou ei-lo ali! – pois o Reino de Deus está dentro de vós. (…) dir-vos-ão: ei-lo ali! Ou: ei-lo aqui! – não vades, nem os sigais![22]

É o que estamos considerando!

Uma religião formalista onde cultos que parecem shows de entretenimento, com bandas musicais e cantores que usam estilos à moda dos cabarés pagãos, esquemas de captação de pessoas que parecem com gincanas e programas de negócios, absurdidades tais como copos d’água e pedaços de objetos que devem ser consagrados; estas e muitas outras tolices contemporâneas só servem para uma coisa: demonstrar como as pessoas de nosso tempo, que se arvora cheio de luzes e entendimentos científicos, são na verdade doentes mentais, carregadas de crendices, amuletos, totens e patuás inúteis!

O salvador é Jesus Cristo! O Senhor é Jesus Cristo!

A nossa religião contemporânea é carregada de uma triste idéia de Deus, não da verdadeira comunhão com Deus. Nossos religiosos falam de uma divindade onde a vontade humana manipula e que existe para atender aos interesses de sucesso e prosperidade humana e, mercê de um enorme esquema de comercialização desta filosofia pervertida do verdadeiro significado da palavra Evangelho, alicerça a derrocada da espécie humana naquilo que a profecia declara ser:

Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos dias alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada.[23]

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[1] ALVES, Rubens. Dogmatismo e Tolerância. Edições Loyola, São Paulo, 2004, p. 23-24.

[2] Romanos 14:12.

[3] 2ª Coríntios 13:5-6.

[4] FELLER, Vitor Galdino. O Sentido da Salvação. Paulus, São Paulo, 2005, p.9.

[5] WHITE, Ellen Gould. O Grande Conflito. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2001, p.598.

[6] MEHTA, Rohit. Organização Espiritual Sem Exploração. Editora Ação Teosófica, Brasília, DF, 2000, p. 16.

[7] Provérbios 4:23.

[8] Martin Luther, D’Aubigné, Livro 3, Capítulo 6 – Tradução Livre.

[9] 1ª Coríntios 11:28.

[10] 1ª Coríntios 10:29.

[11] Romanos 14:12.

[12] 2ª Coríntios 13:5-6.

[13] 1ª João 3:19-23.

[14] TILGHMAN, B. R. Introdução à Filosofia da Religião. Edições Loyola, São Paulo, 1994, p. 171.

[15] WARREN, Rick. Uma Vida Com Propósitos. Editora Vida, São Paulo, 2002, p. 17.

[16] 1ª Coríntios 1:24.

[17] João 17:17.

[18] Salmo 119:9-12

[19] Tiago 3:14-16

[20] ALVES, Rubens. Dogmatismo e Tolerância. Edições Loyola, São Paulo, 2004, p. 147.

[21] João 18:36

[22] Lucas 17:20-23

[23] 1ª Timóteo 4:1-2

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